Amor... Enquanto eu conseguir falar palavra, ela será amor. Amor é o sentimento constipado de felicidade, é uma nostalgia de presente, um bem-querer sem bem pensar. É aquele querer espremer, abraçar até tornar um, dois corpos. Amor é o sentimento pleno da paixão, é aquela calmaria que toda plenitude traz. É a ansiedade que toda tormenta produz, mas da terra, acalentada pelo ruído do mar, que perturba. Costumava dizer que o amor era conseqüência da paixão. Ao senti-lo, vi que me enganei. O amor, se existe, coexiste com a paixão, é concebido no primeiro olhar. Paixão não dura sem amor. O amor subsiste em qualquer bafo de existência, permanece além da esperança, além das forças, além dos deuses. O amor é maior do que qualquer divindade suprema, mais forte que qualquer universo. O amor verdadeiro se basta. Com fome, frio e dor. O amor permanece. Quando nada mais restar, nem mesmo o ódio, oposto que confirma, resta o abraço quente do ser amado pra nos mostrar que existimos. Mais importante que isso: que coexistimos. O amor, se amor, é eterno. Diferente da truculenta e voraz paixão que consome até se apagar, o amor alimenta. Não cessa de alimentar. É a energia em si, não consome, não exige, não precisa. Apenas é. Pra sempre é. Não morre com o corpo, não nasceu com ele. Surge e vive, eterno e plural, em dois corpos que decidiram deixar-se habitar. O amor não foge, não prende e não puxa. Atrai. O amor atrai, alimenta, seduz. Faz bem, ensina, constrói, edifica. O amor é aquela sensação do primeiro ao último beijo. Aquela certeza louca que nos obriga a sentir tudo sinceramente, a dizer tudo sinceramente. É o fim dos jogos das paixões juvenis, o início da loucura franca de dizer "pra sempre". O amor é a verdade da vida, a única certeza que temos. Nossos amores são nossos pilares, e nós somos os seus. Sorte de quem tem amor, um só, que seja. Ou se ama, ou não se ama, verbo intransitivo fora da gramática dos céticos. Amores mesmo, são poucos os que trazemos conosco. O verbo amar só é pleno quando sujeito, complemento, objeto, substantivo, paradoxo. Minha família é meu amor. Meus amigos são meu amor. O pai dos meus futuros filhos é o meu amor, o meu amor que coexiste com a paixão. O meu amor-mar do filme sob os lençóis, do grito de eu te amo na beira da praia, do corpo que esquenta, dos olhos brilhantes, sempre meus. Ele é o meu amor eterno. Verdade franca, redundante, louca e crua. Sob as gargalhadas de nossas cócegas ao brincar de ser criança, está sendo dito, constantemente, o desabafo insanamente são do sentimento que vive dentro de nós e entre nós dois: te amo meu eterno amor.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
(...) As vezes é preciso chorar....
...Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.
A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.
... Tudo pq sou frágil...
Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar...
... e então...
Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada...
...Talvez seja exatamente esse tudo carregado de nada que e deixa tão preenchida desse vazio... SÓ QUERIA DEITAR EM TEU COLO E SENTIR MINHAS MÃOS DESLIZADO EM TEUS CABELOS LISOS E CHEIROSOS A JASMIM...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Quem sou eu?
Quem sou eu? Uma pergunta difícil que merece, no mínimo, uma resposta complicada. Quem sou eu? Eu sou única. Todos nós somos, pelo menos nas nossas opiniões. Todos nós somos diferentes, no entanto, todos somos iguais. Ser único esta restrito a um pequeno grupo de pessoas. Essas pessoas são únicas por aquilo que conseguem realizar na vida.
A vida. A vida não devia ser medida em dias, semanas, meses, nem sequer em anos mas sim pelos feitos que nós realizamos no tempo que temos disponível para habitar este mundo. Ninguém vai se lembrar mais de nós apenas porque vivemos até aos 87 anos mas sim por aquilo que fizemos enquanto cá tivemos. Isso sim é o mais próximo da verdadeira imortalidade que alguma vez vamos chegar.
A nossa singularidade é comparável as ondas do mar. Cada onda é vista como uma , individual e diferente das outras. Desde da sua formação, até ao percurso realizado, onde chega a zona de rebentamento, cada onda é diferente da outra. Mas quando visto no conjunto é tudo mar é tudo uma imensidão só. Diferentes entre elas mas, iguais nas suas curtas vidas e nos seus percursos. E assim é a vida das pessoas. Nascem, vivem, e morrem. Para cair no esquecimento das gerações seguintes. Únicos são aqueles que marcam as suas diferenças e não deixam que as suas memórias sejam esquecidas.
Quem sou eu? Uma pergunta difícil que merece, no mínimo, uma resposta complicada. Quem sou eu? Eu sou única. Todos nós somos, pelo menos nas nossas opiniões. Todos nós somos diferentes, no entanto, todos somos iguais. Ser único esta restrito a um pequeno grupo de pessoas. Essas pessoas são únicas por aquilo que conseguem realizar na vida.
A vida. A vida não devia ser medida em dias, semanas, meses, nem sequer em anos mas sim pelos feitos que nós realizamos no tempo que temos disponível para habitar este mundo. Ninguém vai se lembrar mais de nós apenas porque vivemos até aos 87 anos mas sim por aquilo que fizemos enquanto cá tivemos. Isso sim é o mais próximo da verdadeira imortalidade que alguma vez vamos chegar.
A nossa singularidade é comparável as ondas do mar. Cada onda é vista como uma , individual e diferente das outras. Desde da sua formação, até ao percurso realizado, onde chega a zona de rebentamento, cada onda é diferente da outra. Mas quando visto no conjunto é tudo mar é tudo uma imensidão só. Diferentes entre elas mas, iguais nas suas curtas vidas e nos seus percursos. E assim é a vida das pessoas. Nascem, vivem, e morrem. Para cair no esquecimento das gerações seguintes. Únicos são aqueles que marcam as suas diferenças e não deixam que as suas memórias sejam esquecidas.
Mas nem sempre é possível ficar, nem sempre é possível estar, nem sempre é possível ser, pois pra permanecer é preciso do outro, é preciso ter sido verdade de ambas as partes. Hoje olho pros tantos labirintos onde perdi-me e lembro-me como tinha medo de não encontrar jamais a saída e vejo como eu era tola, afinal hoje sei claramente que é exatamente a saída que nos mantêm no labirinto de novos caminhos dos quais certamente iremos nos perder. Já vivi muito, aprendi muito e desaprendi também, mas, tudo que sei foi pelo que passei....
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram...
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou.
Já tive tanta certeza de mim... ao ponto de querer sumir...
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia...
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse...
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar...
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo mais feliz...
Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho... me agacho... fico ali”...
Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não iria mais cair...
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram; algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais pra mim...
Não me dêem formulas certas, porque eu não espero acertar sempre...
Não me façam ser o que eu não sou, não me convidem a ser igual, porque eu sinceramente sou diferente...
Não sei amar pela metade,
Não sei viver de mentiras,
Não sei voar com os pés no chão...
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram...
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou.
Já tive tanta certeza de mim... ao ponto de querer sumir...
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia...
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse...
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar...
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo mais feliz...
Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho... me agacho... fico ali”...
Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não iria mais cair...
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram; algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais pra mim...
Não me dêem formulas certas, porque eu não espero acertar sempre...
Não me façam ser o que eu não sou, não me convidem a ser igual, porque eu sinceramente sou diferente...
Não sei amar pela metade,
Não sei viver de mentiras,
Não sei voar com os pés no chão...
Depois te tantas vidas vividas num só, ainda estou eu aqui, inteira, completa, complexa porém absoluta de mim e do que sou, ainda estou viva e ainda sinto tudo como na primeira vez, e de uma coisa tenho certeza, nuncaaaaaaaaaaaaa nada nem ninguém vai roubar de mim esse coloração cicatrizado, jamais irão levar minha alma amedrontada pelos fantasmas meus companheiros, nunca ninguém jamaisssssssssss me fará ser metade, pois, é exatamente em ser tantos pedaços que me formam ( deformada ou não) que fazem de mim ser especial. Afinal, diante de tudo eu sou exatamente como o meu é. Sou Cinthya Lima, e nadaaaaaaaa me fará desacretirar na única, capaz e possível verdade do mundo que é amar verdadeiramente.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
..sentou-se para descansar e em breve fazia de conta que ela era uma mulher azul porque o crepúsculo mais tarde talvez fosse azul, faz de conta que fiava com fios de ouro as sensações, faz de conta que a infância era hoje e prateada de brinquedos, faz de conta que uma veia não se abrira e faz de conta que que dela não estava em silêncio alvíssimo escorrendo sangue escarlate, e que ela não estivesse pálida de morte mas isso fazia de conta que estava mesmo de verdade, precisava no meio do faz de conta falar a verdade de pedra opaca para que contrastasse com o faz de conta verde-cintilante, faz de conta que amava e era amada, faz de conta que não precisava de morrer de saudade, faz de conta que estava deitada na palma transparente da mão de Deus,..., faz de conta que vivia e que não estivesse morrendo pois viver afinal não passava de se aproximar cada vez mais da morte, faz de conta que ela não ficava de braços caídos de perplexidade quando os fios de ouro que fiava se embaraçavam e ela não sabia desfazer o fino fio frio, faz de conta que era sábia bastante para desfazer os nós de corda de marinheiro que lhe atavam os pulsos, faz de conta que tinha um cesto de pérolas só para olhar a cor da lua pois ela era lunar, faz de conta que ela fechasse os olhos e os seres amados surgissem quando abrisse os olhos úmidos de gratidão, faz de conta que tudo o que tinha não era faz de conta, faz de conta que se descontraía o peito e a luz douradíssima e leve a guiava por uma floresta de açudes mudos e de tranqüilas mortalidades, faz de conta que ela não era lunar, faz de conta que ela não estava chorando por dentro... Clarice Lispector
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Para quem me odeia
Eu te amo. E não seria metade do que sou sem você, juro.
É seu ódio profundo que me dá forças para continuar em frente, exatamente da minha maneira.
Prometa que nunca vai deixar de me odiar ou não sei se a vida continuaria tendo sentido para mim.
Eu vagaria pelas ruas insegura, sem saber o que fiz de tão errado.
Se alguém como você não me odeia, é porque, no mínimo, não estou me expressando direito.
Sei que você vive falando de mim por aí sempre que tem oportunidade, e esse tipo de propaganda boca a boca não tem preço.
Ainda mais quando é enfática como a sua - todos ficam interessados em conhecer uma pessoa que é assim, tão o oposto de você.
E convenhamos: não existe elogio maior do que ser odiado pelos odientos, pelos mais odiosos motivos.
Então, ser execrada por você funciona como um desses exames médicos mais graves, em que "negativo" significa o melhor resultado possível.
Olha, a minha gratidão não tem limites, pois sei que você poderia muito bem estar fazendo outras coisas em vez de me odiar - cuidando da sua própria vida, dedicando-se mais ao seu trabalho, estudando um pouco.
Mas não: você prefere gastar seu precioso tempo me detestando.
Não sei nem se sou merecedora de tamanha consideração.
Bom, como você deve ter percebido, esta é uma carta de amor.
E, já que toda boa carta de amor termina cheia de promessas, eis as minhas:
Prometo nunca te decepcionar fazendo algo de que você goste. Ao contrário, estou caprichando para realizar coisas que deverão te deixar ainda mais nervoso comigo.
Prometo não mudar, principalmente nos detalhes que você mais detesta. Sem esquecer de sempre tentar descobrir novos jeitos de te deixar irritado.
Prometo jamais te responder à altura quando você for, eventualmente, grosseiro comigo, ao verbalizar tão imenso ódio. Pois sei que isso te faria ficar feliz com uma atitude minha, sendo uma ameaça para o sentimento tão puro que você me dedica.
Prometo, por último, que, se algum dia, numa dessas voltas que a vida dá, você deixar de me odiar sem motivo, mesmo assim continuarei te amando. Porque eu não sou daquelas que esquece de quem contribuiu para seu sucesso.
Pena que você não esteja me vendo neste momento, inclusive, pois veria o meu sincero sorrisinho agradecido - e me odiaria ainda mais.
Com amor, da sua eterna.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Cansei de quem gosta como se gostar fosse mais uma ferramenta de marketing. Gostar aos poucos, gostar analisando, gostar duas vezes por semana, gostar até as duas e dezoito. Cansei de gente que gosta como pensa que é certo gostar. Gostar é essa besta desenfreada mesmo. E não tem pensar. E arrepia o corpo inteiro, mas você não sabe se é defesa para recuar ou atacar. Eu gosto de você porque gostar não faz sentido.
Permita-se. Se você acha que no fundo mesmo, apesar de todas essas reuniões e palavras em inglês que só querem dizer que você não sabe o que está falando, o que importa é ter pra quem mostrar que saiu o arco-íris. Permita-se. Porque eu não quero que você tenha essa pressa ao ponto de ajudar com as próprias mãos. Eu quero que você sinta esse prazer que chega aos poucos. E mata tudo que háem volta. E explode os relógios. E chega aos poucos ainda que você ainda não saiba nem quem é pouco e nem quem é lento. Porque você morre. Se você prefere a vida quando se morre um pouco por alguém. Permita-se!.
Eu não faço a menor idéia de como esperar você me querer. Porque se eu esperar, talvez eu não te queira mais, talvez vc não chegue nunca e talvez eu não fique em paz.
Permita-se. Se você acha que no fundo mesmo, apesar de todas essas reuniões e palavras em inglês que só querem dizer que você não sabe o que está falando, o que importa é ter pra quem mostrar que saiu o arco-íris. Permita-se. Porque eu não quero que você tenha essa pressa ao ponto de ajudar com as próprias mãos. Eu quero que você sinta esse prazer que chega aos poucos. E mata tudo que há
Eu não faço a menor idéia de como esperar você me querer. Porque se eu esperar, talvez eu não te queira mais, talvez vc não chegue nunca e talvez eu não fique em paz.
Eu não queria ir embora e esperar o dia seguinte, porque cansei dessa gente que manda ter mais calma. E me diz que sempre tem outro dia. E me dizer que eu não posso esperar nada de ninguém. E me dizer que eu preciso de uma camisa de força. Se você puder sofrer comigo a loucura que é estar vivo, se você puder passar a noite em claro comigo de tanta vontade de viver esse dia sem esperar o outro, se você puder esquecer a camisa de força e me enroscar no seu corpo para que duas forças loucas tragam algum equilíbrio. Se você puder ser alguém de quem se espera algo, afinal, é uma grande mentira viver sozinho, permita-se e me permita, que tla acabar com todos esses desafios bobos e então juntas nos permitir? “Eu só queria alguém pra vencer comigo esses dias terrivelmente chatos.” “Eu só queria algume que não mais me apontasse o dedo julgando meu jeito de amar, eu só queria (e quero) que você baby, entenda nessa vida por mais que vc e eu sejamos tão idiotamente burras ainda assim é amor demais pra se acabar. Digo pra mim todos os dias que cansei de tudo.
Cansei
Dos Sonhos impossíveis
Dos Amores incompreendidos
Das bocas falsas do amigos passageiros
Das Palavras de ironia
Das ruelas escuras e frias
Das musicas sem conceitos e harmonia
Dos amores sem preceitos
Do Preconceito dos sujeitos
Da ingenuidade das menininhas
Do culto a beleza burra
Das pessoas que se calam
Dos que tem medo do poder
Dos que se calam por interesses e dinheiro
Dos que que vivem sem eira nem beira
Cansei dessa vida vazia
Cansei de viver em demasia e dormir com nostalgia.
Cansei do silêncio e dos pensamentos que me inflamam e faz meu peito arder.
Dos Sonhos impossíveis
Dos Amores incompreendidos
Das bocas falsas do amigos passageiros
Das Palavras de ironia
Das ruelas escuras e frias
Das musicas sem conceitos e harmonia
Dos amores sem preceitos
Do Preconceito dos sujeitos
Da ingenuidade das menininhas
Do culto a beleza burra
Das pessoas que se calam
Dos que tem medo do poder
Dos que se calam por interesses e dinheiro
Dos que que vivem sem eira nem beira
Cansei dessa vida vazia
Cansei de viver em demasia e dormir com nostalgia.
Cansei do silêncio e dos pensamentos que me inflamam e faz meu peito arder.
Cansei do nada, agora eu quero uma nova forma que não me faça cansar.
Quero Gritar
Pular
Cantar
Cantar
Dançar, quero mais é amar....e amar, e amar e quem sabe um dia novamente me cansar. (C. lima)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
IN TRANSIÇÃO....
Transformação profunda é mais do que a mudança de circunstância da vida. Ela se realiza em nosso coração e em nossa alma. É um despertar do sono da inconsciência. Para isso não é necessário mudar de lugar. Precisa-se apenas estar aberto para que possa ocorrer. Quando seguimos o fluxo da energia e da força vital, a transformação acontece como que por si mesma. No entanto, não há receita de como fazer para se abrir. Não é uma resolução do racional. A transformação pode ser iniciada por um acontecimento externo, mas, fundamentalmente, ela se concretiza no coração.
A verdadeira mudança vem de dentro. Quando permitimos à energia fluir livremente através de nós, ela pode dissolver velhos hábitos de pensamento, bloqueios e obstáculos. De repente, um dia se foram.
No entanto, a energia não se rege pelo nosso tempo linear. Principalmente não, quando queremos algo com muita urgência. Pode levar três dias, muitos anos ou várias vidas para que determinado padrão se dissolva
Nada para o que eu ainda não esteja realmente preparada se manifestará. Disposição e dedicação interior, o momento certo (num sentido universal) ou quem sabe numa dessas vidas paralelas, isso e o recurso certo formam o ponto de corte que possibilita a cura plena das almas doentes. Quando tudo se ajusta, são liberadas energias explosivas, que como um big ban destrói o existente e da vida a novas vidas. Estes são os momentos em que ocorrem curas milagrosas ou a iluminação do espírito. Não é agindo de forma diferente que nos modificamos. Mudamos, quando nos entregamos totalmente às nossas experiências, participando conscientemente de tudo o que a vida nos revela. E então quem sabe quando desistimos de mudar, quando desistimos de querer ser novo, ser diferente ser renovada, ai sim talvez a mudança seja uma alma nova que fluirá em nós trazendo enfim novas perspectivas e uma nova forma de encarar o que esta por vir, caso contrário, o que estamos fazendo, nada mais é do que acreditar falsamente numa mudança que nunca existiu. EU QUERO MUDAR! EU QUERO VOAR! (C. LIMA)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Preciso encontrar-me, porque por vezes não sei quem sou,
o que faço, o que falo, e nem como devo proceder
sinto-me completamente cheia de um vazio gritante, sem som, sem sol, sem o meu eu,
não sei de onde venho e nem para onde vou, não há caminhos pra eu seguir, há apenas um banco velho onde posso me sentar e ver a todos indo e vindo,
os meus passos estão perdidos, por isso prefiro parar.
quando ando não encontro um saída desse labirinto de emoções onde me perdi,
estou errada nesta estrada sem fim, estou cansada de tentar uma saída quando não vejo nem ao menos uma fresta de luz da porta dos fundos
tudo me parece distante, ausente, tudo me parece sem fim e incessantemente decadente.
Antes eu tinha brilho nos olhos, tesão no tentar no derrubar dos obstáculos, tinha ânsia de existir
mas agora as luzes estão apagadas, os fantasmas sobram meu rosto no escuro, eu tenho pesadelos, tenho medo, choro me desespero e não há ninguém pra abraçar.
Eu tenho medo muito medo não consigo habituar-me a ele, tenho medo essa é minha doença incurável que está matando minha alma
Tudo está caindo, meus olhos, meus sonhos, meu ego...tudo cai.
as fortalezas também caem, as pontes também desabam, os muros reconstroem-se...corações voltam a bater
mas se eu partir não há como voltar!
CINTHYA LIMA
o que faço, o que falo, e nem como devo proceder
sinto-me completamente cheia de um vazio gritante, sem som, sem sol, sem o meu eu,
não sei de onde venho e nem para onde vou, não há caminhos pra eu seguir, há apenas um banco velho onde posso me sentar e ver a todos indo e vindo,
os meus passos estão perdidos, por isso prefiro parar.
quando ando não encontro um saída desse labirinto de emoções onde me perdi,
estou errada nesta estrada sem fim, estou cansada de tentar uma saída quando não vejo nem ao menos uma fresta de luz da porta dos fundos
tudo me parece distante, ausente, tudo me parece sem fim e incessantemente decadente.
Antes eu tinha brilho nos olhos, tesão no tentar no derrubar dos obstáculos, tinha ânsia de existir
mas agora as luzes estão apagadas, os fantasmas sobram meu rosto no escuro, eu tenho pesadelos, tenho medo, choro me desespero e não há ninguém pra abraçar.
Eu tenho medo muito medo não consigo habituar-me a ele, tenho medo essa é minha doença incurável que está matando minha alma
Tudo está caindo, meus olhos, meus sonhos, meu ego...tudo cai.
as fortalezas também caem, as pontes também desabam, os muros reconstroem-se...corações voltam a bater
mas se eu partir não há como voltar!
CINTHYA LIMA
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
DESPEDIDA
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha MedeirosExistem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
P.S: SEI QUE É A HORA DE DIZER ADEUS OU QUEM SABE ATÉ OUTRA VIDA, EU TENTO, JURO COM A PUREZA DE MEU CORAÇÃO QUE TENTO, MAS AINDA NÃO CONSIGO ME LIBERTAR DOS QUE AMO ATÉ MESMO DOS QUE EU AMO SOZINHA COM ESSE SENTIMENTO UNILATERAL E DESTRUIDOR DE MEUS SONHOS...
domingo, 22 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
...Quem não tem colírio usa oculos escuro...
... As vezes é preciso olhar por sobre os óculos da vida encarando as mentiras que nos foram encobertas pelas lentes, as vezes também é preciso tirar os óculos que nos servem de máscaras para emolduras olhos disfarsados, as vezes é preciso usar o olhar simples e direto para ver sem lentes de aumento, sem lentes de escurecimento e sem lentes de marcaramentos, é preciso olhar essa vida de mentiras como a verdade pura, é preciso parar de fingir grandes acontecimentos quando só se vivem medíocres acasos, é preciso parar de fingir grandes amores quando só se vivem fúteis casos, é preciso parar de fingir felicidades quando os olhos ardem ao segurar as lágrimas, é preciso parar de fingir irmandades quando só se vivem parcerias convenientes, é preciso parar de fingir a vida quando só estar a se vegetar...
...É preciso para de fingir, tirar os óculos finalmente e deixar que os que admiram máscaras te critiquem, pois ao menos eles podem criticar uma verdade ao invés de aplaudirem uma grande mentira... segunda-feira, 16 de novembro de 2009
....DEPOIS DE VC OS OUTROS SÃO OS OUTROS.....E SÓ!
As vezes eu paro pra pensar e percebo que nunca fui como todos, nunca tive muitos amigos nunca fui favorita, nunca fui o que meus pais queriam, nunca tive alguém que amasse a ponto de ficar ao meu lado a qualquer custo e dentre quaisquer circunstancias, todos sempre me abandonam ou se perdem de mim. Cheguei ao entendimento de que sou só em toda minha vida tenho somente a mim, pois todos vieram e foram embora levando ou deixando alguns de seus pedaços de almas e corações, mas posso dizer que especial, especialllll mesmooo de verdade, especial além de um mundo paralelo de todos os outros não assim nunca fui.
É a minha absoluta verdade o meu verdadeiro pensamento com a maior pureza de meu coração, só posso eu e meus fantasmas concluir a minha insignificância no mundo das pessoas grandiosamente singulares e únicas da vida dos outros. Isso não é pra mim, eu sou comum, sou como tantos e todos as vezes até muito menor e inferiormente indiferente, pois hoje, aqui só, em demasia de mim s e omente a mim eu posso afirmar; todos estão vivendo suas vidas maravilhosas e com suas escolhas ao lado e mesmo os que não tem uma vida perfeita ainda assim tem alguém a quem foi escolhido pra estar especialmente ao seu lado, e eu, eu não a mim não cabe floreios e bordados, minha moldura e preta e branca, sem graça e sem arte, minha moldura fica dentro das gavetas e baús onde os que passaram estão.
O meu conforto é que nas horas de sofrimento não vivo sozinha porque gosto e sim porque aprendi a ser só...pq me deixaram só e assim preciso me bastar para viver.Não acredito em mais nada. As minhas crenças voaram e se desfizeram por ares que o vento levou pra longe. As minhas doces crenças de criança, as minhas apaixonadas fantasias de adolescente, agora se tornaram a grande frustação de ser adulta e sem ser especial pra ninguemmmm.
O meu conforto é que nas horas de sofrimento não vivo sozinha porque gosto e sim porque aprendi a ser só...pq me deixaram só e assim preciso me bastar para viver.Não acredito em mais nada. As minhas crenças voaram e se desfizeram por ares que o vento levou pra longe. As minhas doces crenças de criança, as minhas apaixonadas fantasias de adolescente, agora se tornaram a grande frustação de ser adulta e sem ser especial pra ninguemmmm.
Sendo assim, fiquei então sem fé; e a toda a gente eu digo sempre, embora magoada: não acredito em sentimentos eternos, NÃO HÁ AMIZADES INFINITAS, NÃO HÁ AMORES ETERNOS, NÃO HÁ FELICIDADE PRA SEMPRE. ME PERDOEM MAIS TUDO ISSO NÃO PASSA DE BURRICE ILUSORIA. E fim!
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… e sei lá de quê!"
sábado, 7 de novembro de 2009
Martelo e Bigorna ( Lenine)
Muito do que eu faço
Não penso, me lanço sem compromisso.
Vou no meu compasso
Danço, não canso a ninguém cobiço.
Tudo o que eu te peço
É por tudo que fiz e sei que mereço
Posso, e te confesso.
Você não sabe da missa um terço
Tanto choro e pranto
A vida dando na cara
Não ofereço a face e meu sorriso amarelo
Dentro do meu peito uma vontade bigorna
Um desejo martelo
Tanto desencanto
A vida não te perdoa
Tendo tudo contra e nada me transtorna
Dentro do meu peito um desejo martelo
Uma vontade bigorna
Vou certo
De estar no caminho
Desperto.
Muito do que eu faço
Não penso, me lanço sem compromisso.
Vou no meu compasso
Danço, não canso a ninguém cobiço.
Tudo o que eu te peço
É por tudo que fiz e sei que mereço
Posso, e te confesso.
Você não sabe da missa um terço
Tanto choro e pranto
A vida dando na cara
Não ofereço a face e meu sorriso amarelo
Dentro do meu peito uma vontade bigorna
Um desejo martelo
Tanto desencanto
A vida não te perdoa
Tendo tudo contra e nada me transtorna
Dentro do meu peito um desejo martelo
Uma vontade bigorna
Vou certo
De estar no caminho
Desperto.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
....O AMOR É A ESPERA POR UM GOLPE....
PESSOAS QUE MACHUCAM SEM BATER (Martha Medeiros) É fácil deixar uma pessoa emocionalmente em frangalhos. É só mirar no peito e atirar com palavras. Algumas pessoas são "experts" em não deixar cicatrizar velhas feridas, em fazer dor no ponto frágil. Insinuações doem, acusações injustas doem, desapego dói, indiferença, então. É justamente dentro das relações mais íntimas que se obtêm as melhores armas. A vulnerabilidade é terreno fértil para surras psicológicas. Sabemos como reage nosso cônjuge, o que costuma ferir nosso irmão, onde nossos amigos fraquejam. Basta uma frase, uma ironia, e o abatemos. Deixar uma pessoa emocionalmente em frangalhos, não é passível de condenação. Não é crime, não deixa marcas de sangue no tapete. Mira-se no peito, atira-se com palavras, e os estilhaços caem para dentro. |
PORQUE AS PESSOAS NOS MACHUCAM?
Por que é que as pessoas nos desapontam? Uma amiga conversava comigo. Ela já se desapontou muito principalmente com as pessoas que ela se relacionou sofreu uma "Traição" e agora estava triste e desabafando. E assim eu tive que ajuda-lá… não pude resistir…
Pessoas serão sempre pessoas, Boas ou Más. O único jeito de se navegar pela vida sem se machucar é fazê-lo pela fé. A fé olha adiante, rumo ao seu objetivo. Ela não olha à sua volta, para os detalhes, ou pequenos comentários aqui e lá, para as constantes falhas das pessoas que conhecemos e encontramos. Tome o Senhor Jesus como exemplo. Ele é o melhor exemplo que alguém possa seguir. Ele sabia sobre a traição de Pedro muito antes dela ter acontecido e ainda assim o amou e entendeu. Ele sabia que os seus discípulos iriam todos deixá-lo sozinho no momento em que mais precisava e ainda assim tirou tempo para discipulá-los. E mesmo após a ressurreição, quando todos os discípulos se escondiam do público, o Senhor Jesus foi ao encontro deles. Isto mostra que Ele não esperava nada de ninguém desde o princípio. Ele tinha um objetivo e iria trabalhar para alcançá-lo, independente de como as pessoas O tratassem. Ele tinha uma visão para cada discípulo, de transformá-los em homens de fé fortes e através deles dar início à sua Igreja. Claro que estes homens eram cheios de falhas, mas isso não os impediria de serem úteis, impediria?
Se eu passar por você de manhã e não disser “bom dia”, isso significa que eu não gosto de você? Se eu não atender à cada uma das suas necessidades, isso significa que todos os meus esforços anteriores para ajudá-la foram em vão? Se você estivesse doente e eu não me lembrasse de te ligar, isso significa que eu não me importo com você? Sejamos razoáveis e nos concentremos no que realmente importa. Se continuarmos a nos distrair pelo que as pessoas dizem ou fazem, ou não dizem ou fazem, nós perderemos o controle, teremos dificuldades para mantermos o nosso coração limpo, perdendo assim o foco da nossa salvação. Às vezes, precisamos ser insensíveis, como se não tivéssemos sangue correndo em nossas veias.
Se machucar faz parte da vida mas é também a parte que não te leva a lugar algum, então para que lhe dar atenção extra? Para que passar o tempo ponderando nisto? Passe por cima disso, para o seu próprio bem! Se vivermos a vida sem esperar muito das pessoas, protegeremos os nossos corações e não teremos tanta dificuldade em vivermos pela fé. Eu comecei a usar o termo “na fé” em meio à uma época muito difícil. Uma época em que eu esperei demais da pessoa, sendo assim, a época em que eu mais me machuquei.
E eu posso te dizer que funcionou porque eu ainda estou aqui. Se não fosse por eu ter me colocado constantemente ligado na fé, eu certamente não estaria escrevendo hoje. Tudo depende da fé. Se você se permite sentir as coisas, a sua fé adormece, e os seus problemas começam a se acumular. Então à luz disso, eu prefiro estar “do rmente”.
Pessoas serão sempre pessoas, Boas ou Más. O único jeito de se navegar pela vida sem se machucar é fazê-lo pela fé. A fé olha adiante, rumo ao seu objetivo. Ela não olha à sua volta, para os detalhes, ou pequenos comentários aqui e lá, para as constantes falhas das pessoas que conhecemos e encontramos. Tome o Senhor Jesus como exemplo. Ele é o melhor exemplo que alguém possa seguir. Ele sabia sobre a traição de Pedro muito antes dela ter acontecido e ainda assim o amou e entendeu. Ele sabia que os seus discípulos iriam todos deixá-lo sozinho no momento em que mais precisava e ainda assim tirou tempo para discipulá-los. E mesmo após a ressurreição, quando todos os discípulos se escondiam do público, o Senhor Jesus foi ao encontro deles. Isto mostra que Ele não esperava nada de ninguém desde o princípio. Ele tinha um objetivo e iria trabalhar para alcançá-lo, independente de como as pessoas O tratassem. Ele tinha uma visão para cada discípulo, de transformá-los em homens de fé fortes e através deles dar início à sua Igreja. Claro que estes homens eram cheios de falhas, mas isso não os impediria de serem úteis, impediria?
Se eu passar por você de manhã e não disser “bom dia”, isso significa que eu não gosto de você? Se eu não atender à cada uma das suas necessidades, isso significa que todos os meus esforços anteriores para ajudá-la foram em vão? Se você estivesse doente e eu não me lembrasse de te ligar, isso significa que eu não me importo com você? Sejamos razoáveis e nos concentremos no que realmente importa. Se continuarmos a nos distrair pelo que as pessoas dizem ou fazem, ou não dizem ou fazem, nós perderemos o controle, teremos dificuldades para mantermos o nosso coração limpo, perdendo assim o foco da nossa salvação. Às vezes, precisamos ser insensíveis, como se não tivéssemos sangue correndo em nossas veias.
Se machucar faz parte da vida mas é também a parte que não te leva a lugar algum, então para que lhe dar atenção extra? Para que passar o tempo ponderando nisto? Passe por cima disso, para o seu próprio bem! Se vivermos a vida sem esperar muito das pessoas, protegeremos os nossos corações e não teremos tanta dificuldade em vivermos pela fé. Eu comecei a usar o termo “na fé” em meio à uma época muito difícil. Uma época em que eu esperei demais da pessoa, sendo assim, a época em que eu mais me machuquei.
E eu posso te dizer que funcionou porque eu ainda estou aqui. Se não fosse por eu ter me colocado constantemente ligado na fé, eu certamente não estaria escrevendo hoje. Tudo depende da fé. Se você se permite sentir as coisas, a sua fé adormece, e os seus problemas começam a se acumular. Então à luz disso, eu prefiro estar “do rmente”.
sábado, 31 de outubro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
...TODOS OS MEUS CAMINHOS ME TRILHAM A VC...
Tudo diferente (Maria Gadú)
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
....SOMOS MEDO E DESEJO.....
O Anjo Mais Velho (O Teatro Mágico)
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009

DAS UTOPIASMário Quintana
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
"QUERO UM AMOR MAIOR"
Migalhas (Erasmo Carlos)
Sinto muito
Mas não vou medir palavras
Não se assuste / Com as verdades que eu dizer
Quem não percebeu / A dor do meu silêncio
Não conhece / O coração de uma mulher
Eu não quero mais ser da sua vida
Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor
Quero ser feliz
Não quero migalhas do seu amor…
Quem começa um caminho pelo fim perde a glória
Do aplauso na chegada
Como pode alguém querer cuidar de mim
Se de afeto esse alguém não entende nada
Quero ser feliz
Não quero migalhas
Do seu amor…
Não foi esse o mundo que você me prometeu
Que mundo tão sem graça mais confuso do que o meu
Não adianta nem tentar maquiar antigas falhas
Se todo o amor que você tem pra me oferecer
São migalhas, migalhas...
Quero ser feliz não quero migalhas do seu amor…
Sinto muito ...
Mas não vou medir palavras ......FADA-SE!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Eu te amo quantas vezes for sentido....
De Elisa Lucinda
Euteamo e suas estréias
Te amo como nunca ameiTe amo mais uma vez esta noite
talvez nunca tenha cometido “euteamo”
assim tantas seguidas vezes, mal cabendo no fato
e no parco dos dias.
Não importa, importa é a alegria límpida
de poder deslocar o “Eu te amo”
de um único definitivo dia
que parece bastá-lo como juramento
e cuja repetição, parece maculá-lo ou duvidá-lo...
Qual nada!
Pois que o euteamo é da dinâmica dos dias
É do melhoramento do amor
É do avanço dele
É verbo de consistência
É conjugação de alquimia
É do departamento das coisas eternas
que se repetem variadas e iguais todos os dias
na fartura das rotações e seus relógios de colmeias
no ciclo das noites e na eternidade das estréias:
O sol se aurora e se põe com exuberância comum e com
novidade diária
e aí dizemos em espanto bom: Que dia lindo!
E é! Porque só aquele dia lindo
é lindo como aquele.
Nossa sede, por mais primitiva,
é sempre uma
loucura da falta inédita
até o paraíso da água nova
no deserto da nova goela.
Ela, a água,
a transparente obviedade que
habita nosso corpo
e nos exige reposição cujo modo é o
prazer.
Vê: tudo em nós comemora
o novo milenar de si
todas as horas:
Comer é novidade
Dormir é novidade
Doer é novidade
Sorrir é novidade
Maravilhosa repetitiva verdade que se
expõe em cachos a nosso dispor
variando em sabor e temor e glória
Por isso te amo agora como nunca antes
Porque quando te amei ontem
eu te amava naquele tempo
e sou hoje o gerúndio daquela disposição de verbo
Te amo hoje com você dentro
embora sem você perto
Te amo em viagem
portanto em viragem diferente da que quando
estava perto
Meu certo é alto, forte
você longe, meu continente, meu rei
Eu te amo quantas vezes for sentido
e só nesse motivo é que te amarei.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
...O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi...
Cazuza
...TUDO QUE CALA, FALA MAIS ALTO AO CORAÇAO
Ele não conhece o medo
Quando chega o desafio
Ele guarda o seu segredo
Dentro de um olhar vazio
Ele sela o seu destino
E quer chegar
Onde o vento lhe levar
Quando chega o desafio
Ele guarda o seu segredo
Dentro de um olhar vazio
Ele sela o seu destino
E quer chegar
Onde o vento lhe levar
Cada voz que canta
O amor não diz
Tudo o que quer dizer
Tudo o que cala, fala mais
Alto ao coração
Silenciosamente
Eu te falo com paixão..
O amor não diz
Tudo o que quer dizer
Tudo o que cala, fala mais
Alto ao coração
Silenciosamente
Eu te falo com paixão..
Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas
Que eu não sei dizer...
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas
Que eu não sei dizer...
A Mulher Que Eu Amo (R. Carlos)
A mulher que eu amo
Tem a pele morena
É bonita, é pequena
E me ama também
A mulher que eu amo
Tem tudo que eu quero
E até mais do que espero
Encontrar em alguém
A mulher que eu amo
Tem um lindo sorriso
É tudo que eu preciso
Pra minha alegria
A mulher que eu amo
Tem nos olhos a calma
Ilumina minha alma
É o sol do meu dia
Tem a luz das estrelas
E a beleza da flor
Ela é minha vida
Ela é o meu amor
A mulher que eu amo
É o ar que eu respiro
E nela eu me inspiro
Pra falar de amor
Quando vem pra mim
É suave como a brisa
E o chão que ela pisa
Se enche de flor
A mulher que eu amo
Enfeita a minha vida
Meus sonhos realiza
Me faz tanto bem
Seu amor é pra mim
O que há de mais lindo
Se ela está sorrindo
Eu sorrio também
Tudo nela é bonito
Tudo nela é verdade
E com ela eu acredito
Na felicidade
Tudo nela é bonito
Tudo nela é verdade
E com ela eu acredito
Na felicidade...
O QUE DIZER DAS MUSICAS DE ROBERTO CARLOS NAO SEI BEM, O QUE DIZER SOBRE ELE SER UM TAL REI, NAO SEI BEM, SÓ POSSO DIZER QE NÃO HÁ UMA UNICA PESSOA QUE O TENHA OUVIDO E NUNCA TENHA FEITO CORRELAÇÕES COM SUA VIDA, É INCRIVEL COMO EXALTAR DORES E CLAMAR AMORES LEVA AS PESSOAS AO ALUCINANTE ENCONTRO DE ALMAS SENSIVEIS, TODOS SOMOS UM POUCO SENSIVEL E TODOS JA FIZEMOS ALGUEM SOFRER POR NÓS UM DIA, E ASSIM COMO DIZ A LETRA DO PROPRIO...
" SE CHOREI OU SE SORRIR O IMPORTANTE É QUE EMOÇÕES EU VIVI". NESSE MOMENTO ALGUNS PODEM ME ACHAR BREGA NESSE POST AFINAL AMAR HOJE EM DIA É BREGA, MAS DIGO-LHES COM TODA EXPERIENCIA DE VIDA QUE TENHO, É MELHOR SER BREGA E VIVER NUM BAÚ DO AMOR DO QUE SER MODERNINHO VIVENDO NUM BREJO DE EFEMERAS ILUSÕES. EU ESCOLHI SER ROMANTICA, AMAVÉL E AMADA. FAÇA SUA ESCOLHA TAMBÉM.
Assinar:
Comentários (Atom)





















