Preciso encontrar-me, porque por vezes não sei quem sou,
o que faço, o que falo, e nem como devo proceder
sinto-me completamente cheia de um vazio gritante, sem som, sem sol, sem o meu eu,
não sei de onde venho e nem para onde vou, não há caminhos pra eu seguir, há apenas um banco velho onde posso me sentar e ver a todos indo e vindo,
os meus passos estão perdidos, por isso prefiro parar.
quando ando não encontro um saída desse labirinto de emoções onde me perdi,
estou errada nesta estrada sem fim, estou cansada de tentar uma saída quando não vejo nem ao menos uma fresta de luz da porta dos fundos
tudo me parece distante, ausente, tudo me parece sem fim e incessantemente decadente.
Antes eu tinha brilho nos olhos, tesão no tentar no derrubar dos obstáculos, tinha ânsia de existir
mas agora as luzes estão apagadas, os fantasmas sobram meu rosto no escuro, eu tenho pesadelos, tenho medo, choro me desespero e não há ninguém pra abraçar.
Eu tenho medo muito medo não consigo habituar-me a ele, tenho medo essa é minha doença incurável que está matando minha alma
Tudo está caindo, meus olhos, meus sonhos, meu ego...tudo cai.
as fortalezas também caem, as pontes também desabam, os muros reconstroem-se...corações voltam a bater
mas se eu partir não há como voltar!
CINTHYA LIMA
o que faço, o que falo, e nem como devo proceder
sinto-me completamente cheia de um vazio gritante, sem som, sem sol, sem o meu eu,
não sei de onde venho e nem para onde vou, não há caminhos pra eu seguir, há apenas um banco velho onde posso me sentar e ver a todos indo e vindo,
os meus passos estão perdidos, por isso prefiro parar.
quando ando não encontro um saída desse labirinto de emoções onde me perdi,
estou errada nesta estrada sem fim, estou cansada de tentar uma saída quando não vejo nem ao menos uma fresta de luz da porta dos fundos
tudo me parece distante, ausente, tudo me parece sem fim e incessantemente decadente.
Antes eu tinha brilho nos olhos, tesão no tentar no derrubar dos obstáculos, tinha ânsia de existir
mas agora as luzes estão apagadas, os fantasmas sobram meu rosto no escuro, eu tenho pesadelos, tenho medo, choro me desespero e não há ninguém pra abraçar.
Eu tenho medo muito medo não consigo habituar-me a ele, tenho medo essa é minha doença incurável que está matando minha alma
Tudo está caindo, meus olhos, meus sonhos, meu ego...tudo cai.
as fortalezas também caem, as pontes também desabam, os muros reconstroem-se...corações voltam a bater
mas se eu partir não há como voltar!
CINTHYA LIMA
