quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Há horas em que temos de parar tudo, por mais urgente que seja, ou pareça ser as necessidades de nosso coração. Não há alternativa. É necessário olhar por uma lente invertida que remete à alma, gerando impressões sobre o que está acontecendo. (o que estamos vvendo é o que realmente queremos?) E tudo pode ser um sinal, um pedaço de vida perdido num espaço aparentemente desconhecido e repentinamente resgatado. Redescobrir (de novo) esse amor ( que é meu amor por mim mesma qdo eu amo) é perceber o quanto ele é valioso e enriquecedor, é lembrar de um detalhe da boca dela, da tonalidade única da voz, de suas sobrancelhas que se arqueiam misteriosamente, mas ter certeza de que tudo isso é apenas o registro de algo muito maior que ocupa um espaço imenso do meu coração bobo. E aí, mais um sinal: o verde não pode invadir o roxo, tudo composto numa obra viva de arte em que, com liberdade, se pode “olhar pro mundo e para si próprio com uma visão ilimitada”(mas gostar de vc me impõe limites). O Universo, TODO ele naquele instante, é muita compreensão e paciência, combinados com a “insistência de um mergulho na correnteza”(onde sei que irei me afogar), por mais perigosa que seja. Agradeço a vc, por me permitir sentir e trocar, viver e aprender, ser feliz para sempre num fim de semana e nele experimentar todos os extremos de um amor LIVRE que se pronuncia eterno. E que será sempre a síntese da pintura em que as cores não se misturam, mas que, uma sem a outra, anulam a poesia.(minha poesia é vc!).  (transFLORma-la)