E de repente eu descubro: cheguei aonde não queria! Epa, esse não é o meu porto!
E em vez de recomeçar serenamente... virar o barco e velejar de novo, desço e encho as duas mãos de pedras para atirar... só preciso decidir quem vai ser o alvo... aquela idiota safada do meu trabalho, a moça faxina ou aquela amiga falsa que ajudou na fuga da outra.
E em vez de recomeçar serenamente... virar o barco e velejar de novo, desço e encho as duas mãos de pedras para atirar... só preciso decidir quem vai ser o alvo... aquela idiota safada do meu trabalho, a moça faxina ou aquela amiga falsa que ajudou na fuga da outra.
Que triste... e mais triste ainda, é não perceber o quanto estou sendo ridícula, acusando os outros da minha própria incompetência. Não percebo que os outros, principalmente os que não são alvos da minha ira, que eles são inteligentes, observam, pensam, deduzem, tiram conclusões... não percebo que não sou a mais esperta do mundo. O raio do resto do mundo também é esperto. Que "caralhoooooo"!
Pois é... gosto dos temas que eu domino. Sou uma perdedora nata!
E a cada nova perda, faço um esforço sobre-humano para não acusar ninguém... às vezes consigo, outras vezes nem tanto... mas se me virem acusando alguém de alguma perda minha, está dada a autorização: desmintam-me!
Ninguém é culpado das nossas perdas, a não ser nós mesmos. E nem sempre, quando perdemos, alguém ganha. Vez ou outra, todos perdemos... muito ou pouco, mas a perda é rateada entre todos os envolvidos.
Portanto, diante da perda, o melhor que se faz é, como dizia minha saudosa avozinha: "enfiar o rabo entre as pernas e meter o pé na estrada", de cabeça baixa.
De nada adianta esbravejar, xingar, caluniar... melhor mesmo é calar. Nada é mais reconfortante nem mais inteligente do que o silêncio, depois de uma perda.
O meu direito termina, onde começa o direito do outro... velho isso, não é? Mas é a verdade mais "chata" que eu conheço! E é inegável que é verdade.
Que bom se só o direito dos outros estivesse sujeito a limites... que bom se o meu egoísmo agigantasse o meu direito.
Mas não é assim também... goste ou não, sou obrigada a admitir: Todos temos direitos iguais.
E se eu tiver direito de ofender, magoar, caluniar alguém porque perdi, o direito da outra pessoa é igual, e o mundo se transformará numa pancadaria geral, e acabarão as poesias, as alegrias, o bem estar... a paz.
E ninguém tem direito a destruir a paz, principalmente a alheia...mesmo que aquela idiota mereça um inferno astral. Paremos pois. Calemos, pois. Sejamos pois, inteligentes.
Estou indo para uma empreitada, onde vou tentar reaver algo que perdi... não, dessa vez não foi um amor, foi coisa mais séria. Amor eu já perdi uns dois. A bem da verdade, um deles, me perdeu, e o outro eu perdi.
Mas tenho pra mim que nessas perdas, o benefício foi revertido para mim mesma. A perda teria sido, um "custo-benefício", como diz minha amigo administrador. Eles eram rabugentos demais! E jovens... imagine quando envelhecessem... Bleh!
Se eu conseguir reaver o que perdi, o que não vai ser fácil, certamente escreverei uma poesia barata. Se não conseguir... só de saber que não significa o fim, a morte... já é meio caminho andado para eu achar que tudo bem, um dia se perde, no outro se ganha, vamos em frente...
E sem xingar.
Pois é... gosto dos temas que eu domino. Sou uma perdedora nata!
E a cada nova perda, faço um esforço sobre-humano para não acusar ninguém... às vezes consigo, outras vezes nem tanto... mas se me virem acusando alguém de alguma perda minha, está dada a autorização: desmintam-me!
Ninguém é culpado das nossas perdas, a não ser nós mesmos. E nem sempre, quando perdemos, alguém ganha. Vez ou outra, todos perdemos... muito ou pouco, mas a perda é rateada entre todos os envolvidos.
Portanto, diante da perda, o melhor que se faz é, como dizia minha saudosa avozinha: "enfiar o rabo entre as pernas e meter o pé na estrada", de cabeça baixa.
De nada adianta esbravejar, xingar, caluniar... melhor mesmo é calar. Nada é mais reconfortante nem mais inteligente do que o silêncio, depois de uma perda.
O meu direito termina, onde começa o direito do outro... velho isso, não é? Mas é a verdade mais "chata" que eu conheço! E é inegável que é verdade.
Que bom se só o direito dos outros estivesse sujeito a limites... que bom se o meu egoísmo agigantasse o meu direito.
Mas não é assim também... goste ou não, sou obrigada a admitir: Todos temos direitos iguais.
E se eu tiver direito de ofender, magoar, caluniar alguém porque perdi, o direito da outra pessoa é igual, e o mundo se transformará numa pancadaria geral, e acabarão as poesias, as alegrias, o bem estar... a paz.
E ninguém tem direito a destruir a paz, principalmente a alheia...mesmo que aquela idiota mereça um inferno astral. Paremos pois. Calemos, pois. Sejamos pois, inteligentes.
Estou indo para uma empreitada, onde vou tentar reaver algo que perdi... não, dessa vez não foi um amor, foi coisa mais séria. Amor eu já perdi uns dois. A bem da verdade, um deles, me perdeu, e o outro eu perdi.
Mas tenho pra mim que nessas perdas, o benefício foi revertido para mim mesma. A perda teria sido, um "custo-benefício", como diz minha amigo administrador. Eles eram rabugentos demais! E jovens... imagine quando envelhecessem... Bleh!
Se eu conseguir reaver o que perdi, o que não vai ser fácil, certamente escreverei uma poesia barata. Se não conseguir... só de saber que não significa o fim, a morte... já é meio caminho andado para eu achar que tudo bem, um dia se perde, no outro se ganha, vamos em frente...
E sem xingar.